fbpx

Perfil de usuário - Ana Luiza Castro

Ana Luiza Castro
Guará - DF

Ana Luiza Castro

Me chamo Ana Luíza, estou no 4º semestre do curso de Publicidade e Propaganda no Centro Universitário UDF, e estou à procura de uma oportunidade profissional onde eu possa crescer e demonstrar minhas habilidades em benefício da empresa.

Habilidades

Clique na habilidade para recomendar Ana Luiza Castro


0 curtidas em portfólios

Portifólio

Resenha - Desespero (Stephen King)
“Me diga o que fazer, Deus. E, se for a sua vontade que a gente morra aqui, me ajude a não perder tempo ficando furioso, ou com medo, ou berrando por uma explicação.” Esse com certeza é um livro imprevisível, diferente das habituais histórias de Stephen King, e que pode ser abstraído de várias formas por seus leitores por inúmeros motivos. Primeiramente eu havia assistido à sua adaptação cinematográfica há anos atrás, sob o nome Desperation (2006) dirigido por Mick Garris, da qual ouso dizer que é uma das minhas adaptações favoritas do autor. Posteriormente, após ler a edição publicada pela @editorasuma, ficou claro o quanto sua riqueza em detalhes me fez ficar totalmente presa e compreender coisas que não havia conseguido apenas com o filme. O enredo traz em primeira instância a rodovia 50, onde todos os viajantes são interceptados pelo apavorante xerife Collie Entragian, levando-os para a pequena cidade de Desespero, onde uma onda de terror e carnificina é provocada aos seqüestrados por uma antiga força maligna que devastou a cidade e tomou posse do corpo do xerife. Se agarrar à fé é a única saída para os personagens, e eu amei a desenvoltura de todos, como o casal Peter e Mary que viajavam de férias; a tradicional família Carver; o velho Billingsleye, morador da cidade; e o ranzinza escritor Jonh Marinville. Entretanto, David Carver é o personagem que sem sombra de dúvidas ganhou todo o meu amor, sendo apenas uma criança que, com sua forte crença nos planos de Deus, conseguiu manter a esperança dos seus colegas intacta e travar uma batalha espiritual que nenhum mal é capaz de superar. Já vi muitos discordarem e se decepcionarem com a história, mas em minha opinião é uma leitura de suspense muito bem trabalhada e que vale a pena ser apreciada, trazendo em muitas páginas cenas de real desespero e angústia, bem como uma certeira criatividade que circunda as “entidades sobrenaturais”. O medo tem nome e endereço, e depois de ler esse livro, você vai pensar duas vezes antes de viajar de férias novamente.
Livro resenhas redação comunicação
Resenha - Fábrica de Vespas (Iain Banks)
Tem forma melhor de definir esta obra do que com o clássico “Festa estranha com gente esquisita, eu não to legal...”? Banks não economizou na aptidão e colocou o dom da escrita em “Fábrica de Vespas”, um livro lindo publicado pela querida @darksidebooks em uma edição desejável, disponível na casa mais assombrada do Brasil darksidebooks.com.br . É preciso deixar claro que essa leitura possui um enredo bastante perturbador e um grupo de personagens que extrapolam o nível de anormalidade. De cara somos apresentados ao narrador Frank, um adolescente misógino e racista, sem amigos, morador de uma ilha afastada com o pai igualmente estranho, e possui um irmão chamado Eric internado em um hospital psiquiátrico. A narração em primeira pessoa mostra a frieza e as bizarrices realizadas por Frank, dentre eles, a morte de algumas pessoas em seu passado, e de animais em seu presente como, por exemplo, pregando vespas em seu despertador para que morram assim que o objeto dispara e, já que Frank sempre acorda antes do toque, ele assiste de camarote a morte dos pequenos insetos. O livro possui cenas angustiantes que fazem com que as peças de um mistério se conectem a cada página. Mas é um erro acreditar que a loucura se encontra apenas em Frank, pois seu pai e o irmão também se encaixam da pior maneira nesse quadro. Eric foge do manicômio e liga sempre para Frank, evidenciando estar cada vez mais perto, o que pode ser imaginado como um eminente problema; O pai possui um hábito maluco de medir todos os objetos da casa, e esconde um segredo macabro em seu escritório, que permanece sempre trancado. A história é muito envolvente, mas a reviravolta do final é IMPECÁVEL. Podem apostar que na medida em que a leitura avança, a situação apenas piora, e é mais difícil se convencer dos acontecimentos e opiniões quando estamos “confiando” na abordagem de um lunático. Após ler o final desta obra e analisar o prefácio onde diz “crianças nutrem quase tantos pensamentos violentos quanto os adultos”, o único pensamento que ficou foi o quão perigoso se torna a manipulação de um psicopata para fazer com que as pessoas simpatizem com ele. Preparado para tentar entender essa trama assassina?
Livro resenhas redação comunicação
Resenha - O apanhador de sonhos (Stephen King)
Muitas obras de Stephen King merecem ser enaltecidas, e dentre elas eu tenho muito apreço por “O apanhador de sonhos”. Há anos King foi vítima de um sério atropelamento, se machucou muito e escreveu esse livro à mão durante a recuperação sob o efeito de diversos remédios, logo existe certa indignação com o resultado por parte do autor, embora eu não tenha nenhuma perspectiva negativa com relação à obra. Têm algumas características em comum nos livros do autor, como a retratação de fortes laços de amizade, bem como a pequena cidade fictícia de Derry, assim como no livro “IT - A coisa”. Diante disso, na cidade de Derry – Maine, quatro homens que são grandes amigos desde a infância: Henry, Beaver, Peter e Jonesy se encontram anualmente para caçar na floresta. Essa obra possui três fatores cruciais em seu entendimento: o primeiro é que quando crianças, os quatro adquiriram um quinto amigo chamado Duddits, com síndrome de Down, defendendo-o de valentões; segundo, depois de conhecerem Duddits, o qual possui poderes telepáticos e de compartilhamento de sonhos, os amigos desenvolvem um elo que faz com que cada um também adquira pequenos e importantes poderes; terceiro, esse elo é o que irá ajudar os amigos 20 anos depois a combaterem uma "praga" que irá surgir na época em que vão para a cabana na floresta onde caçam como de costume. Não preciso ressaltar para quem conhece os livros do autor o quanto esse trabalho é rico em detalhes, mas em minha opinião a história é emocionante, flui muito bem na maior parte dos capítulos e, assim como em "IT", também irá fazer uma intercalação de tempo entre a infância e a vida adulta dos personagens, sob o ponto de vista de todos. Apesar de não ganhar muito o meu amor, existe uma adaptação cinematográfica feita em 2003, pelo diretor Lawrence Kasdan. No filme existem inúmeras diferenças, sobretudo no final, na construção dos personagens e no desenrolar dos acontecimentos, mas é um filme interessante para a época e o ótimo elenco supre várias expectativas. Digo de antemão que esse livro deixa uma bela mensagem em seu final, então não deixem de ler, assistir e me contar sobre essa experiência agradável!
Livro resenhas redação comunicação